O vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, declarou que o país seguirá com a tramitação do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, apesar da suspensão do processo pelo Parlamento Europeu que solicitou um parecer jurídico. Em declarações feitas em Brasília, Alckmin ressaltou que, em um momento de instabilidade geopolítica, o acordo é um exemplo de como o diálogo pode abrir mercados e fortalecer o multilateralismo.
Alckmin, que também ocupa o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, enfatizou a importância de continuar com a internalização do tratado, encaminhando o pedido ao Congresso Nacional. O governo do presidente Lula pretende acelerar os procedimentos internos de ratificação para garantir uma entrada em vigor provisória do acordo, que é visto como crucial para o fortalecimento das exportações brasileiras e do papel internacional do país.
Com a continuidade do processo, o Brasil busca não apenas consolidar sua posição no comércio internacional, mas também reforçar sua estratégia de inserção global em um cenário econômico desafiador. A expectativa é que a ratificação avance rapidamente, permitindo ao Brasil colher os benefícios do acordo em um futuro próximo.

