O Banco Central do Brasil decretou, em 21 de janeiro de 2026, a liquidação extrajudicial do Will Bank, localizado em São Paulo. A decisão foi tomada em função do agravamento da situação financeira da instituição, que não conseguiu cumprir seus compromissos, além de suas conexões com o Banco Master, que também está sob liquidação. Este cenário reflete a instabilidade que permeia o setor financeiro e a necessidade de intervenções regulatórias.
A liquidação do Will Bank está diretamente ligada aos escândalos que cercam o Banco Master e ao seu conglomerado financeiro. A instituição, que operava sob um regime especial, agora enfrenta a supervisão do liquidante designado, Eduardo Felix Bianchini. Essa situação não apenas afeta os clientes do banco, mas também levanta preocupações sobre a gestão de ativos e a proteção dos direitos dos investidores e depositantes.
As implicações dessa liquidação vão além do âmbito interno das instituições afetadas. A indisponibilidade dos bens dos controladores e ex-administradores indica um esforço para resguardar os interesses dos credores e a integridade do sistema financeiro. A continuidade dos serviços e a confiança dos consumidores no setor bancário podem ser desafiadas, exigindo medidas adicionais por parte das autoridades regulatórias.

