O Banco Central do Brasil anunciou em 21 de janeiro de 2026 a liquidação extrajudicial do Will Bank, que estava sob Regime de Administração Especial Temporária desde novembro do ano anterior. Essa decisão foi tomada após a liquidação do Banco Master, que levantou preocupações sobre a capacidade do Will Bank de manter suas operações. A avaliação de que a situação do banco poderia se deteriorar levou a essa medida drástica.
O Will Bank tinha sido mantido em operação após a liquidação do Banco Master, na expectativa de que pudesse superar os problemas enfrentados por sua predecessora. Contudo, a situação financeira e a falta de confiança dos reguladores resultaram na decisão do Banco Central de intervir. A liquidação extrajudicial implica que os ativos da instituição serão vendidos para cobrir as dívidas, afetando diretamente os clientes e investidores.
As implicações dessa liquidação podem ser significativas, não apenas para os depositantes do Will Bank, mas para o sistema bancário como um todo. A decisão do Banco Central reflete a necessidade de garantir a estabilidade financeira e proteger os consumidores em um ambiente de incerteza. Fica agora a expectativa sobre como serão tratados os ativos do banco e quais soluções poderão ser apresentadas para mitigar os danos aos seus clientes.

