Pentágono reduz presença militar dos EUA na Otan em nova estratégia

Camila Pires
Tempo: 1 min.

O Pentágono anunciou uma redução na participação dos Estados Unidos em grupos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), afetando aproximadamente 200 militares. Essa decisão, divulgada pelo jornal The Washington Post, representa um novo passo na política do governo do presidente Donald Trump, que busca diminuir a presença militar americana na Europa ao longo dos próximos anos.

A medida impactará particularmente os 30 Centros de Excelência da Otan, que são responsáveis pelo treinamento das forças da aliança em áreas cruciais como segurança energética e guerra naval. Embora o Pentágono indique que a participação dos Estados Unidos não será completamente encerrada, a estratégia envolve não substituir os militares à medida que seus contratos expirarem, resultando em uma diminuição gradual ao longo do tempo.

Além disso, o Pentágono está considerando reduzir sua atuação em outros organismos da Otan voltados para operações especiais e inteligência. A proposta, que vem sendo debatida há meses, não está relacionada às recentes declarações do presidente sobre a Groenlândia, mas levanta preocupações entre líderes europeus e parlamentares americanos sobre o futuro da aliança militar e sua coesão.

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