A economia brasileira iniciou o ano de 2026 com um desempenho desigual em seu consumo, de acordo com um estudo realizado pelo IBEVAR e pela FIA Business School. O varejo de bens experimentou uma retração de 0,48% no primeiro trimestre, enquanto o setor de serviços obteve crescimento, impulsionado por inovações digitais e um aumento na busca por conveniência e proteção financeira.
No varejo de bens, alguns segmentos essenciais e de consumo recorrente, como artigos farmacológicos e vestuário, apresentaram crescimento, enquanto outros, como automóveis e materiais de construção, sofreram quedas significativas. O setor de serviços, por sua vez, se destacou, especialmente em áreas como aplicativos de delivery e seguros residenciais, que cresceram consideravelmente. Essa dinâmica sugere uma adaptação do mercado às novas necessidades dos consumidores, que buscam soluções mais práticas e digitais.
As implicações desse cenário são amplas, indicando uma transformação no comportamento do consumidor brasileiro. A queda no varejo tradicional pode representar desafios para empresas do setor, enquanto o crescimento dos serviços digitais reflete tendências que podem continuar a moldar a economia. Este descompasso pode exigir uma reavaliação das estratégias de negócios para se adaptar às novas demandas do mercado.

