Em um discurso proferido no Fórum Econômico Mundial de Davos em 2018, a chanceler alemã Angela Merkel destacou a importância de aprender com a história da Europa, mencionando como os políticos haviam ‘adormecido’ em relação ao início da Primeira Guerra Mundial. Ela enfatizou que, com o número de testemunhas da Segunda Guerra Mundial diminuindo, as gerações atuais devem demonstrar uma compreensão da fragilidade da paz. Sua mensagem se tornou ainda mais pertinente diante do crescente autoritarismo e das tensões geopolíticas atuais.
Avançando para 2026, a Europa enfrenta novos desafios, incluindo a agressão territorial do presidente russo Vladimir Putin, que pressiona o flanco oriental do continente. Enquanto isso, Donald Trump, agora em seu segundo mandato, se apresenta como uma figura controversa, ameaçando a anexação da Groenlândia e desafiando as alianças tradicionais dos Estados Unidos. Essas ações levantam questões sobre a estabilidade global e sobre se as lições do passado estão verdadeiramente sendo aplicadas no presente.
As implicações dessas dinâmicas são profundas, pois a falta de aprendizado com a história pode resultar em um cenário internacional volátil. Os líderes europeus, ao perceberem que as alianças históricas estão ameaçadas, enfrentam a urgência de se unirem contra tendências autoritárias. A situação atual ressalta a necessidade de vigilância e compromisso com a paz, para que os erros do século passado não se repitam.

