Um relatório recente indica que o banco central do Irã está utilizando grandes quantidades de uma criptomoeda emitida pela Tether, promovida por Nigel Farage. Segundo a Elliptic, uma empresa de análise de criptomoedas, foram rastreados pelo menos US$ 507 milhões em transações que parecem ser controladas por essa instituição financeira. Essas movimentações ocorrem em um contexto de sanções internacionais que pressionam a economia iraniana.
A Tether, empresa que emite a criptomoeda, tem sido uma opção para o regime iraniano, que busca alternativas para contornar as restrições econômicas impostas por diversas nações. O uso de criptomoedas pode oferecer um canal de financiamento menos vulnerável a bloqueios e sanções tradicionais. Isso levanta questões sobre a eficácia das sanções e a adaptação dos regimes a novas tecnologias financeiras.
As implicações dessa movimentação são significativas, pois sugerem uma crescente utilização de criptomoedas por países sob sanção. Essa estratégia pode permitir ao Irã acessar mercados e recursos financeiros de maneira que não seria possível através dos sistemas bancários convencionais. Com a evolução das criptomoedas, é provável que mais nações explorem essas alternativas para driblar barreiras econômicas.

