O presidente dos Estados Unidos, em declarações feitas no dia 20 de janeiro de 2026, confirmou o convite ao presidente brasileiro para participar do recém-criado ‘Conselho da Paz’. Ele expressou sua admiração por Lula, afirmando que aprecia sua liderança e visão. O líder americano também destacou que a nova entidade possui o potencial de substituir a ONU, que, segundo ele, não tem sido eficaz na resolução de conflitos globais.
Durante sua fala, o presidente americano criticou a atuação da ONU, sugerindo que a organização não oferece as soluções necessárias para os desafios contemporâneos. O ‘Conselho da Paz’ é apresentado como uma alternativa promissora, capaz de promover diálogos e acordos mais eficientes entre nações em conflito. Essa proposta é vista como uma tentativa de reformular a dinâmica das relações internacionais, buscando maior eficácia na mediação de crises.
As implicações dessa iniciativa podem ser significativas para a diplomacia mundial, uma vez que sugere uma reorientação nas alianças entre países. A participação do Brasil nesse novo conselho pode fortalecer o papel do país na arena internacional e alterar o equilíbrio de poder nas discussões sobre paz e segurança. Além disso, a aproximação entre os dois líderes pode resultar em novas colaborações em áreas como comércio e meio ambiente.

