No último domingo, 18, Pedro Henrique Espindola, de 23 anos, foi acusado de importunação sexual após tentar beijar a colega de confinamento, Jordana Morais, de 29 anos, sem seu consentimento. O incidente ocorreu na despensa do reality show, quando Jordana perguntou sobre a localização de um babyliss. Pedro a pressionou contra a parede, gerando desconforto e intimidação, conforme relatado por ela aos demais participantes.
Após o ocorrido, a Polícia Civil do Rio instaurou um inquérito na Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá para investigar o caso. A advogada Renata Furbino explicou que a importunação sexual se difere de assédio sexual, pois não ocorre relação hierárquica entre os envolvidos. O inquérito pode ser iniciado independentemente da manifestação da vítima, e Jordana deverá ser ouvida após deixar o confinamento.
Além das possíveis implicações legais, Jordana pode optar por uma ação civil por danos morais. A advogada também alertou que Pedro pode ser preso durante as investigações se houver risco de fuga ou interferência no processo. A pena para a importunação sexual varia entre um e cinco anos, dependendo das circunstâncias do caso e da decisão judicial final.

