Emirados e Bahrein se juntam ao ‘Conselho de Paz’ dos EUA

Sofia Castro
Tempo: 2 min.

O presidente dos Emirados Árabes Unidos e o rei do Bahrein aceitaram o convite dos Estados Unidos para integrar o ‘Conselho de Paz’, criado com o objetivo de supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza após o recente conflito. A aceitação foi anunciada em comunicados oficiais das respectivas autoridades, destacando a importância da colaboração entre os países. A Casa Branca também convidou outros líderes mundiais, como o presidente russo, para se unirem a essa iniciativa liderada pelo presidente americano Donald Trump.

Os Emirados e o Bahrein são aliados estratégicos dos Estados Unidos na região e mantêm relações diplomáticas com Israel, estabelecidas por meio dos Acordos de Abraão em 2020. O Conselho de Paz foi concebido para não apenas focar na reconstrução de Gaza, mas também para promover a estabilidade em áreas afetadas por conflitos. Em uma carta enviada aos países convidados, a Casa Branca explicou que a organização busca garantir uma governança legítima e uma paz duradoura na região.

A inclusão dos Emirados e do Bahrein no ‘Conselho de Paz’ pode ter implicações significativas para a dinâmica política no Oriente Médio, especialmente em relação ao conflito israelense-palestino. O esforço para restaurar a estabilidade na Faixa de Gaza é considerado crucial, e a participação desses países pode facilitar a cooperação regional. A expectativa é que o conselho desempenhe um papel ativo em promover soluções sustentáveis para os desafios enfrentados na área.

Compartilhe esta notícia