No dia 20 de janeiro de 2026, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, declarou que a Rússia aumentou consideravelmente o uso de mísseis balísticos em seus ataques contra o país. Essa escalada militar teve um impacto devastador em Kyiv, onde aproximadamente 50% da população ficou sem aquecimento em meio a uma severa onda de frio. As temperaturas baixas agravam ainda mais a situação humanitária na região.
O aumento da intensidade dos ataques tem gerado preocupações não apenas sobre a infraestrutura da capital, mas também sobre a segurança dos cidadãos. Zelensky enfatizou que a utilização crescente de armamentos por parte da Rússia representa uma ameaça significativa à estabilidade da Ucrânia. Esse cenário se torna ainda mais alarmante, considerando as condições climáticas adversas que o país enfrenta atualmente.
As implicações dos ataques vão além da falta de aquecimento, afetando a vida cotidiana e a saúde da população ucraniana. Com os bombardeios em alta, o governo ucraniano pode ter que implementar medidas emergenciais para garantir a segurança e o bem-estar de seus cidadãos. A comunidade internacional observa com apreensão o desenrolar dessa crise, que pode levar a um aumento na pressão sobre a Rússia e um reexame das políticas de apoio à Ucrânia.

