Reino Unido defende acordo sobre Chagos após críticas de Trump

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

Em uma declaração polêmica realizada em 20 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos critica o acordo entre o Reino Unido e a Ilha de Chagos, descrevendo-o como um ‘ato de grande estupidez’. A declaração surge em um contexto mais amplo em que o presidente menciona a aquisição da Groenlândia, citando razões de segurança nacional para essa proposta. Este posicionamento provocou reações, tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido, sobre as implicações geopolíticas envolvidas.

O governo britânico, em resposta, defende a validade do acordo, destacando a importância estratégica da Ilha de Chagos para a segurança e interesses britânicos na região do Oceano Índico. A Ilha de Chagos abriga uma base militar crucial para operações britânicas e americanas, o que torna o acordo um tema delicado nas relações entre os dois países. A defesa britânica do acordo também busca reafirmar a soberania sobre a região e sua relevância no cenário internacional.

As declarações do presidente americano podem ter repercussões significativas nas relações diplomáticas entre os EUA e o Reino Unido, especialmente em um momento em que a cooperação em segurança é vital. Além disso, a insistência do presidente sobre a Groenlândia levanta questões sobre as prioridades da política externa dos Estados Unidos. O desdobramento dessa situação poderá influenciar a dinâmica de poder na região e as alianças estratégicas futuras entre as nações envolvidas.

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