O Tribunal do Trabalho de Turim decidiu em 19 de janeiro que Cristiano Ronaldo não precisará devolver quase 10 milhões de euros à Juventus, dinheiro recebido durante a pandemia de Covid-19. A decisão também determina que o clube italiano deverá arcar com custos judiciais estimados em 50 mil euros. Esta disputa legal se intensificou após a saída do jogador para o Manchester United.
O imbróglio teve início quando Ronaldo acionou a Juventus judicialmente, cobrando quase 20 milhões de euros referentes a salários atrasados. No entanto, os magistrados determinaram que o clube só deveria pagar metade do valor solicitado, uma vez que o acordo não contava com a assinatura do jogador. A situação se refere a eventos ocorridos há quase dois anos, o que não impactará as demonstrações financeiras atuais da equipe bianconera.
Com essa decisão, Cristiano Ronaldo avança em sua luta judicial contra a Juventus, enquanto o clube enfrenta as implicações financeiras de suas ações. A resolução deste caso poderá influenciar futuras disputas entre jogadores e clubes, especialmente em períodos de crise econômica como o vivido durante a pandemia. A situação ressalta a necessidade de clareza em contratos e acordos financeiros no mundo do futebol.

