Nesta segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, o Louvre, famoso por abrigar obras-primas como a Mona Lisa, não abriu suas portas novamente devido a uma greve de funcionários, marcando a terceira paralisação desde meados de dezembro. A decisão de continuar a greve foi aprovada por cerca de 300 colaboradores em assembleia, conforme informou um porta-voz do museu. A mobilização busca melhorias nas condições de trabalho e equiparação salarial com o Ministério da Cultura.
Desde o início das greves, o Louvre conseguiu operar parcialmente em algumas ocasiões, oferecendo visitas guiadas a suas principais obras. Contudo, a situação atual resultou em um fechamento total, levando a administração a estimar perdas de receita de pelo menos um milhão de euros. Os funcionários expressam preocupações com a deterioração das condições de trabalho, especialmente após um assalto significativo em outubro.
Uma nova reunião está agendada para quinta-feira no Ministério da Cultura, onde se espera discutir as demandas salariais que se tornaram um ponto crítico nas negociações. Desde o início das mobilizações, foram anunciadas aproximadamente 140 novas contratações, mas os funcionários permanecem insatisfeitos com a situação. O desfecho das negociações poderá impactar diretamente a operação do museu e a satisfação dos trabalhadores envolvidos.

