Nova pirâmide alimentar dos EUA gera polêmica por suas diretrizes

Jackelline Barbosa
Tempo: 2 min.

Na primeira semana de 2026, o governo dos Estados Unidos divulgou uma atualização de suas diretrizes alimentares, trazendo uma pirâmide alimentar inovadora, mas controversa. Nesta nova versão, carnes vermelhas, ovos e laticínios aparecem no topo, enquanto os cereais ocupam a base, gerando confusão e críticas sobre as prioridades nutricionais apresentadas. A mudança visual rapidamente ganhou destaque nas redes sociais, levantando debates sobre o aumento do consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas e proteínas.

Especialistas em nutrição expressaram preocupações sobre as implicações dessa nova abordagem. O nutrólogo de um hospital renomado apontou que, apesar da imagem provocadora, as diretrizes ainda impõem limites para a ingestão de gorduras saturadas, que estão associadas a doenças cardiovasculares. Ao mesmo tempo, a Associação Americana do Coração manifestou preocupação com o incentivo ao consumo elevado de carnes e laticínios, alertando para os riscos à saúde pública.

A atualização das diretrizes alimentares também trouxe uma nova recomendação em relação ao consumo de proteínas, aumentando a quantidade sugerida por quilograma de peso corporal. No entanto, nutricionistas ressaltam que essa orientação pode não ser adequada para toda a população, destacando a importância de priorizar fontes vegetais de proteína. Em um contexto mais amplo, essa discussão se insere em um debate sobre alimentação saudável e as diretrizes que orientam a saúde pública nos Estados Unidos.

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