Líderes de países africanos, como Yoweri Museveni, de Uganda, e Paul Biya, de Camarões, têm utilizado estratégias eleitorais para solidificar seus longos mandatos. De acordo com especialistas, essas táticas incluem manipulações políticas e controle da oposição, permitindo que esses líderes se mantenham no poder por décadas. A análise foi publicada em 19 de janeiro de 2026 e destaca a relevância desse fenômeno em um contexto de crescente desconfiança nas instituições democráticas da região.
A permanência no poder desses líderes tem gerado preocupações sobre a saúde da democracia em seus países. Muitos cidadãos expressam frustração com a falta de alternância no governo e com a repressão a vozes dissidentes. A situação é alarmante, pois cria um ambiente propício ao autoritarismo, onde as eleições, embora ocorram, não refletem a verdadeira vontade popular.
As implicações desse cenário são profundas, afetando a estabilidade política e social da África. A perpetuação no poder pode levar à desestabilização das instituições e ao aumento da insatisfação popular. Especialistas alertam que, se não houver uma mudança nessa dinâmica, a democracia na África poderá enfrentar desafios cada vez maiores nos próximos anos.

