Marrocos finaliza neste domingo a Copa Africana de Nações (CAN), um evento que foi sediado em seu território desde 21 de dezembro. O torneio não apenas atendeu às expectativas organizacionais, mas também posiciona o país como um dos anfitriões da Copa do Mundo de 2030, ao lado da Espanha e de Portugal. A final, que acontece em Rabat, coloca a seleção marroquina frente a frente com o Senegal, em um jogo que pode coroar o país como campeão pela segunda vez na história.
A realização bem-sucedida da CAN em Marrocos contrasta com os desafios enfrentados em edições anteriores, como a de 2022, que ocorreu em Camarões e foi marcada por problemas organizacionais. O presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Patrice Motsepe, destacou as instalações de “classe mundial” e a experiência positiva que o torneio proporcionou. Com gramados em boas condições, mesmo sob forte chuva, o evento foi elogiado por técnicos e jogadores, evidenciando uma nova fase para o futebol no país.
Com investimentos significativos em infraestrutura para a Copa do Mundo de 2030, incluindo estádios modernos e melhorias em transporte, Marrocos busca solidificar sua posição como uma potência no futebol. O país também espera atrair um fluxo muito maior de visitantes para o torneio mundial, em comparação com a Copa Africana. A performance da seleção marroquina, que alcançou as semifinais da Copa do Mundo de 2022, eleva ainda mais as expectativas para o futuro, prometendo um cenário competitivo para os próximos anos.

