Sete policiais mortos em atentados por gangues na Guatemala

Amanda Rocha
Tempo: 1 min.

Neste domingo (18), sete policiais da Guatemala foram assassinados em uma série de ataques coordenados por grupos criminosos, em represália à negativa do governo em transferir líderes de gangues para prisões menos rigorosas. As organizações envolvidas, Barrio 18 e Mara Salvatrucha (MS-13), são reconhecidas como ‘organizações terroristas’ e têm um histórico de assassinatos, extorsão e tráfico de drogas.

As mortes ocorreram um dia após motins em prisões do país, onde membros de gangues fizeram reféns. Durante operações de resgate, autoridades conseguiram libertar nove agentes penitenciários, mas ainda há 28 reféns em uma unidade prisional. O governo, liderado pelo ministro do Interior, Marco Antonio Villeda, reafirmou sua posição de não negociar com os criminosos e continuar as ações de repressão.

O cenário de insegurança na Guatemala se agrava com a crescente violência das gangues, que desafiam a autoridade do estado. O governo está em diálogo com os amotinados para a liberação dos reféns restantes, mas permanece firme em não ceder a pressões. A situação exige uma resposta contundente das autoridades para restaurar a ordem e proteger a vida dos cidadãos e das forças de segurança.

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