Nos Estados Unidos, 34 estados permitem que menores de 18 anos se casem, utilizando exceções legais que geram preocupação entre defensores dos direitos humanos. Organizações estão mobilizando campanhas para pressionar legisladores a reverter essa autorização, levantando questões sobre os impactos sociais e psicológicos do casamento infantil.
A prática, que é considerada uma violação dos direitos das crianças, permite que pais ou responsáveis tomem decisões que podem afetar a vida de jovens de maneira irreversível. O aumento da conscientização sobre os riscos associados ao casamento precoce tem levado a um clamor por mudanças nas legislações estaduais, destacando a necessidade de proteger os direitos das crianças.
O debate em torno do casamento infantil nos EUA revela um dilema entre tradições culturais e a proteção dos direitos individuais. À medida que as organizações de direitos humanos intensificam seus esforços, espera-se que mais estados reconsiderem suas políticas, refletindo uma mudança potencial nas normas sociais que regem as uniões matrimoniais precoces.

