A pesquisa mais recente da Quaest posiciona o senador Flávio Bolsonaro entre 23% e 32% das intenções de voto para as eleições presidenciais de 2026, embora enfrente uma rejeição expressiva de 53% entre os eleitores familiarizados com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Esse cenário foi discutido no programa ‘Os Três Poderes’ e evidencia as dificuldades do senador, que, apesar do crescimento em popularidade, ainda carrega o peso do sobrenome Bolsonaro.
O cientista político Fábio Vasconcellos analisa que o aumento da visibilidade de Flávio coincide com uma elevação em sua rejeição, que subiu de 55% para 60%. A pesquisa atual mostra uma leve recuperação, mas o analista destaca que o crescimento é limitado e que o senador pode estar se aproximando de um teto eleitoral, estimado em cerca de 34%, com um teto teórico de 45% se todos os eleitores desconhecedores da sua candidatura decidissem apoiá-lo.
A comparação com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que aparece com 26% nas intenções de voto, é fundamental para entender a dinâmica eleitoral da direita. Tarcísio possui um teto potencial mais elevado, o que levanta questões sobre a viabilidade de Flávio. A competição interna entre os candidatos da direita pode influenciar as estratégias até as eleições, enquanto o cenário permanece incerto e aberto a desdobramentos futuros.

