Sanções dos EUA agravam colapso econômico na Venezuela e impulsionam migração

Patricia Nascimento
Tempo: 1 min.

A Venezuela enfrenta uma grave crise econômica, intensificada por sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos desde 2017, que visam a pressão sobre o governo de Nicolás Maduro. Essas medidas têm resultado na recessão do país, que já consumiu cerca de 75% do PIB, forçando mais de 7,5 milhões de pessoas a deixarem suas casas em busca de melhores condições de vida.

Estudos e especialistas, como a economista Juliane Furno, destacam que as sanções têm como objetivo asfixiar experiências políticas não alinhadas aos interesses dos EUA, resultando em um descontentamento social que poderia levar a uma mudança de regime. A crise é ainda mais complexa, pois fatores internos, como a queda dos preços do petróleo, também contribuíram para a deterioração econômica da Venezuela.

As implicações dessas sanções são profundas, não apenas para a economia, mas também para a estabilidade social do país. A reimposição de sanções poderá resultar em um aumento significativo da emigração, com previsões de mais de um milhão de venezuelanos deixando o país nos próximos cinco anos. A situação requer atenção internacional e diálogo para buscar soluções que beneficiem a população venezuelana.

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