Sobreviventes de Epstein afirmam que promessa de educação foi armadilha

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

Diversos sobreviventes de abuso sexual alegam que Jeffrey Epstein utilizou a promessa de admissão em universidades renomadas para atraí-los para sua rede de exploração. Uma artista de Nova York, que foi apresentada a Epstein em 2000, relata que ele e Ghislaine Maxwell a expuseram a homens em situações abusivas. Este testemunho é parte de um movimento maior de sobreviventes que busca responsabilização e justiça em meio a um escândalo de longa data envolvendo dinheiro e poder.

Rina Oh, a artista mencionada, tinha apenas 21 anos quando conheceu Epstein, e sua história ilustra como as promessas de educação e sucesso podem ser manipuladas. Lisa Phillips, uma modelo e também sobrevivente que apresentou Oh a Epstein, emergiu como uma voz ativa entre os sobreviventes, exigindo que as autoridades investiguem e responsabilizem os envolvidos. A luta destes sobreviventes traz à tona questões mais amplas sobre a manipulação de vulnerabilidades e a necessidade de proteção para aqueles que são alvos de tais abusos.

As alegações de Epstein e Maxwell ressaltam a urgência de um debate sobre a exploração sexual e o papel que instituições educacionais podem desempenhar na prevenção de abusos. A pressão por transparência e justiça está se intensificando, e muitos sobreviventes se uniram para garantir que suas histórias não sejam esquecidas. O desdobramento desses casos pode ter implicações significativas para a forma como a sociedade lida com questões de abuso e exploração.

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