Em 17 de janeiro de 2026, líderes europeus manifestaram forte oposição às ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, que anunciou a possibilidade de impor tarifas de 25% sobre vários países europeus, incluindo Dinamarca, Alemanha, França e Reino Unido. Essa medida é uma retaliação a quem se opõe à intenção dos Estados Unidos de adquirir a Groenlândia, um território autônomo dinamarquês. O presidente francês declarou que ‘nenhuma quantidade de intimidação’ alterará a postura da União Europeia sobre o assunto.
As reações dos líderes europeus destacam a preocupação com as implicações que essas tarifas podem ter nas relações transatlânticas, com muitos alertando para uma possível ‘espiral descendente’ nas relações econômicas e políticas. A tentativa de Trump de reivindicar a Groenlândia, que já havia gerado controvérsias anteriormente, agora é acompanhada por uma escalada de tensões comerciais. A soberania da Groenlândia e suas relações com a Dinamarca permanecem no centro do debate.
Esse episódio pode ter repercussões significativas, não apenas para as relações entre os EUA e a Europa, mas também para os mercados globais. A possibilidade de tarifas e retaliações comerciais intensifica um clima de incerteza que pode afetar investimentos e acordos internacionais. Observadores sugerem que, se não contidas, essas tensões podem levar a um agravamento das disputas comerciais já existentes entre as potências.

