Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, de 44 anos, foi detido sob acusação de assassinar dois colegas médicos a tiros em Barueri, na Grande São Paulo, no último dia 16. O crime ocorreu após uma discussão em um restaurante, onde, segundo informações policiais, o médico retornou armado e disparou contra as vítimas Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35, que não resistiram aos ferimentos.
Este não é o primeiro conflito legal enfrentado pelo médico. Antes, ele havia sido preso em Sergipe por agredir funcionários de um hotel e fazer ofensas raciais. Embora tenha sido detido em flagrante, a Justiça revogou sua prisão preventiva, alegando que sua liberdade não representava risco, o que gerou críticas sobre a eficácia na prevenção de atos violentos por indivíduos com histórico criminal.
O caso agora está sob investigação da Polícia Civil de São Paulo, que busca esclarecer os detalhes do duplo homicídio. As implicações desse incidente são amplas, levantando questões sobre a segurança pública e os critérios utilizados pelo sistema judiciário para decidir sobre a liberdade de indivíduos que cometem crimes violentos, especialmente em casos envolvendo profissionais da saúde.

