O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi oficialmente convidado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a participar do ‘Conselho de Paz’, criado para abordar o conflito em Gaza. O convite, recebido pela embaixada brasileira em Washington na última sexta-feira, será discutido em uma reunião programada para a próxima segunda-feira. O conselho tem como objetivo supervisionar uma governança temporária na região, que vive um frágil cessar-fogo desde outubro do ano passado.
A Casa Branca já anunciou alguns membros do conselho, incluindo personalidades como o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair. A proposta de Trump também convoca líderes de vários países, incluindo França, Alemanha, e Egito, para contribuir com a governança e reconstrução de Gaza. A participação de Lula nesse conselho pode refletir um novo posicionamento do Brasil em questões internacionais, especialmente nas relações com os Estados Unidos e a situação no Oriente Médio.
As implicações desse convite podem ser significativas, tanto para a política interna brasileira quanto para a percepção internacional de Lula. A inclusão de líderes de várias nações e a formação de um comitê executivo para Gaza indicam um esforço para criar uma abordagem multilateral ao conflito. O sucesso desse conselho poderá afetar diretamente a estabilidade da região, além de moldar as relações diplomáticas entre os países envolvidos na iniciativa.

