No dia 17 de janeiro de 2026, manifestantes saíram às ruas em várias cidades da Dinamarca e na capital da Groenlândia, Nuuk, para protestar contra um plano de anexação proposto por um ex-presidente dos Estados Unidos. Os atos foram impulsionados pelo descontentamento em relação à ideia que ameaça a soberania da Groenlândia e levanta questões sobre sua autonomia diante de interesses externos.
Os protestos em Nuuk e nas cidades dinamarquesas destacaram a união entre a população local e ativistas que defendem a preservação da identidade e dos direitos da Groenlândia. Com cartazes e gritos de ordem, os manifestantes expressaram sua rejeição a qualquer tentativa de anexação que possa comprometer o futuro da região. O clima foi de determinação e solidariedade entre os participantes, que enfatizaram a importância da autodeterminação.
As implicações desse movimento vão além das fronteiras da Groenlândia, refletindo tensões geopolíticas na região do Ártico. O aumento dos protestos pode influenciar a política externa da Dinamarca e a relação com os Estados Unidos, além de acentuar o debate global sobre a soberania em áreas estratégicas. A resposta da comunidade internacional será crucial para determinar o impacto desses eventos nas relações entre os países envolvidos.

