O líder supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, responsabilizou os Estados Unidos pela instigação de protestos que culminaram na morte de milhares de pessoas. A declaração foi feita em 17 de janeiro de 2026, refletindo a crescente tensão entre o governo iraniano e o ocidente. Khamenei sugere que a interferência externa tem exacerbado a instabilidade interna do país.
Os protestos no Irã têm sido impulsionados por uma combinação de insatisfação popular e fatores econômicos, e a acusação de Khamenei pode ser interpretada como uma tentativa de desviar a atenção das questões internas. Ao responsabilizar os EUA, o líder iraniano busca unificar a população em torno de um inimigo comum, fortalecendo a narrativa de resistência contra a influência ocidental. Essa situação também ressalta a complexidade das relações internacionais, especialmente no contexto do Oriente Médio.
As implicações desta acusação podem ser profundas, já que ela pode intensificar a retórica antiamericana dentro do Irã e dificultar ainda mais o diálogo entre os dois países. À medida que a situação evolui, observadores internacionais se perguntam sobre a possibilidade de novas sanções ou intervenções, além de questionar como isso afetará a dinâmica política no Irã. O futuro dos protestos e a resposta do governo continuarão a ser um foco de atenção global.

