Oiapoque, localizada no Amapá, se torna um foco de atração para migrantes devido à expectativa de royalties gerados pela exploração de combustíveis na foz do Amazonas. Desde o início de 2026, a cidade vem registrando um aumento significativo na população, o que tem levantado preocupações sobre a infraestrutura local e a proteção ambiental.
O crescimento populacional em Oiapoque alimenta uma intensa especulação imobiliária, com investidores buscando oportunidades em meio à promessa de desenvolvimento econômico. No entanto, ambientalistas alertam que essa situação pode resultar em desmatamento e danos irreparáveis à biodiversidade local, uma vez que a região abriga ecossistemas frágeis e essenciais para o equilíbrio ambiental.
As implicações desse fenômeno são complexas, pois envolvem não apenas a economia local, mas também questões sociais e ambientais. A necessidade de um planejamento urbano sustentável se torna evidente, a fim de garantir que o crescimento de Oiapoque não comprometa sua rica biodiversidade e a qualidade de vida dos novos habitantes.

