A escritora revisita Akyaka, uma pitoresca cidade localizada na costa do Golfo de Gökova, trinta anos após sua primeira experiência na região. Durante sua estadia, ela se depara com uma praia iluminada pelo pôr do sol, onde o ambiente tranquilo contrasta com o cenário de outras praias turcas, dominadas por turistas e ostentação. Observando mulheres locais tricotando na areia, ela reflete sobre a preservação do charme autêntico de Akyaka.
A cidade, que em sua primeira visita era uma simples parada para turistas, manteve muito de seu caráter original, evitando os excessos comuns em destinos turísticos. A escritora recorda como, na década de 1990, Akyaka já apresentava um ambiente acolhedor e autêntico, que hoje permanece praticamente inalterado. Este contraste com outras localidades turísticas da Turquia destaca a singularidade de Akyaka, que resiste à pressão do desenvolvimento desenfreado.
O futuro de Akyaka parece promissor, especialmente à medida que mais visitantes buscam experiências autênticas em vez de destinos saturados. A preservação da cultura local e do ambiente natural é um aspecto que a cidade e seus habitantes desejam manter, garantindo que Akyaka continue a ser um refúgio para aqueles que apreciam sua beleza e tranquilidade. A reflexão da escritora serve como um lembrete da importância de valorizar lugares que ainda resistem à transformação pela indústria do turismo.

