A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (AESA) recomendou nesta sexta-feira (16) que as companhias aéreas evitem voar pelo espaço aéreo do Irã, citando riscos potenciais associados a bombardeios e ao aumento do estado de alerta das forças armadas iranianas. Esta orientação surge em um contexto de crescente tensão regional, especialmente devido a ameaças de ações militares por parte dos Estados Unidos.
No comunicado, a AESA enfatiza que as companhias não devem operar no espaço aéreo iraniano em nenhuma altitude, devido à possibilidade de uso de armamentos e sistemas de defesa aérea, o que eleva o risco para voos civis. A situação é acompanhada de perto, especialmente após manifestações no Irã que resultaram em numerosas mortes e detenções, criando um clima de instabilidade e incerteza.
As implicações dessa recomendação podem ser significativas, já que a segurança dos voos civis está diretamente ameaçada. A resposta dos Estados Unidos, que inclui uma possível intervenção militar, também contribui para um cenário volátil na região, o que poderá afetar ainda mais as operações aéreas e as relações internacionais do Irã.

