Os Estados Unidos manifestaram sua insatisfação com a decisão do primeiro-ministro canadense de permitir a entrada de 49.000 veículos elétricos chineses no mercado canadense, aplicando uma tarifa reduzida de 15%. Este acordo representa uma significativa diminuição em relação à tarifa anterior de 100%, o que levanta preocupações sobre as implicações econômicas e comerciais para o Canadá. As declarações foram feitas em 16 de janeiro de 2026, evidenciando o impacto das relações comerciais nas políticas governamentais.
A decisão do Canadá de facilitar a entrada desses veículos elétricos pode ser vista como uma tentativa de expandir suas opções de fornecimento e estimular o mercado de veículos elétricos. No entanto, os EUA alertaram que essa jogada pode ter consequências negativas, sugerindo que a dependência de importações chinesas pode não ser a melhor estratégia para a economia canadense. A crítica dos EUA reflete a crescente rivalidade entre as duas nações em questões comerciais e tecnológicas.
As implicações dessa disputa comercial podem ser significativas, afetando não apenas as relações bilaterais, mas também a dinâmica do mercado de veículos elétricos na América do Norte. O Canadá pode enfrentar pressão adicional para reconsiderar sua posição, enquanto os EUA buscam proteger sua indústria local. O desdobramento dessa situação será monitorado de perto, já que pode impactar as políticas econômicas e as relações diplomáticas entre os países envolvidos.

