Na manhã desta sexta-feira, 16, o Banco Central divulgou que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) cresceu 0,68% em novembro, superando a mediana das estimativas de 0,35%. Esse resultado positivo impulsionou uma alta nas taxas de juros futuros mais curtas, refletindo um maior otimismo em relação ao desempenho da economia. Os dados vieram na sequência de um bom desempenho do varejo, que contribui para a recuperação econômica do país.
Além do crescimento do IBC-Br, a alta do dólar em relação ao real e os rendimentos dos Treasuries nos Estados Unidos também influenciam as taxas de juros no Brasil. Às 9h09, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subiu para 13,770%, enquanto o vencimento para janeiro de 2029 avançou para 13,125%. Esses movimentos refletem a interconexão entre o mercado interno e os fatores externos que afetam a economia brasileira.
Com esses dados, especialistas avaliam que o cenário econômico pode estar se fortalecendo, mas também alertam para a necessidade de monitorar as flutuações do dólar e as políticas monetárias externas. A elevação das taxas de juros pode impactar o crédito e os investimentos no Brasil, tornando essencial que as autoridades estejam atentas às tendências econômicas globais e suas repercussões locais.

