Protestos no Irã recuam após repressão e pressão internacional

Marcela Guimarães
Tempo: 2 min.

Em 16 de janeiro de 2026, moradores de Teerã e um grupo de direitos humanos relataram uma diminuição significativa nos protestos no Irã, em meio a uma repressão violenta que resultou em prisões em massa. As manifestações, que começaram em 28 de dezembro devido ao aumento da inflação, tornaram-se um dos maiores desafios ao regime clerical que governa o país. O clima de tensão se intensificou após ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de ação militar caso as mortes dos protestos continuassem.

A situação no Irã foi marcada por um apagão na internet, dificultando a comunicação e o fluxo de informações. Moradores relataram um ambiente calmo em Teerã, com drones sobrevoando a cidade e a ausência de manifestações visíveis. O grupo de direitos humanos Hengaw, baseado na Noruega, confirmou a presença militar em áreas que anteriormente testemunharam protestos, indicando que a segurança se tornou bastante restritiva.

As consequências de uma possível intervenção americana são amplamente debatidas, com aliados como Arábia Saudita e Catar alertando sobre os riscos para a estabilidade regional. Enquanto isso, Trump afirmou que 800 execuções programadas foram interrompidas, mantendo a pressão sobre o Irã. O futuro da situação permanece incerto, com a comunidade internacional atenta aos próximos desdobramentos.

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