O presidente da Anfavea, Igor Calvet, destacou em coletiva nesta quinta-feira, 15, que a indústria automotiva brasileira enfrentará desafios de competitividade para se beneficiar do acordo entre Mercosul e União Europeia. O acordo, que pode facilitar a exportação de motores e sistemas de transmissão do Brasil, também levanta preocupações em relação à abertura do mercado para produtos europeus, cujos impactos ainda são incertos.
Calvet sublinhou que, apesar das incertezas, existem oportunidades no processo de integração econômica. Ele mencionou que as importações de autopeças com maior nível de tecnologia poderão ser beneficiadas, embora o setor precise se adaptar rapidamente para competir de forma eficaz. A indústria automotiva, portanto, se vê diante de um cenário que exige inovação e agilidade.
O presidente da Anfavea expressou que, apesar da urgência em aproveitar as vantagens do acordo, a clareza sobre todos os impactos no Brasil ainda não está definida. A necessidade de competitividade nos próximos anos será crucial para que a indústria não apenas sobreviva, mas também prospere em um mercado cada vez mais globalizado e competitivo.

