China proíbe software de segurança dos EUA e Israel em empresas locais

Bruno de Oliveira
Tempo: 1 min.

Autoridades chinesas comunicaram a proibição do uso de software de segurança de origem norte-americana e israelense por empresas locais, decisão que foi divulgada em 14 de janeiro de 2026. Esse movimento é parte de uma estratégia mais ampla para aprimorar a segurança cibernética nacional e proteger informações sensíveis contra possíveis ameaças externas.

A proibição reflete a crescente preocupação da China em reduzir sua dependência de soluções tecnológicas estrangeiras, especialmente em um momento em que tensões geopolíticas se intensificam. A medida pode afetar significativamente as operações de empresas que utilizam tais softwares, forçando-as a buscar alternativas locais e a investir em soluções de segurança desenvolvidas internamente.

Os desdobramentos dessa decisão podem ter implicações profundas no mercado de tecnologia e na dinâmica de segurança cibernética na China. À medida que o país busca fortalecer sua infraestrutura digital, é provável que outras nações observem de perto essa política, que pode inspirar ações semelhantes em diferentes contextos globais.

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