Uma pesquisa recente da Genial Quaest, realizada em 14 de janeiro de 2026, mostra que 54% dos eleitores conhecem o presidente Lula e afirmam que não votariam nele. Flávio Bolsonaro, por sua vez, enfrenta uma rejeição semelhante, com 55% dos entrevistados afirmando que não o escolheriam nas eleições de outubro. Os dados refletem um cenário preocupante para ambos os candidatos, que podem ser forçados a concorrer entre si no segundo turno.
Os números indicam que apenas 43% dos participantes da pesquisa consideram votar em Lula, enquanto 34% respaldam Flávio Bolsonaro. A polarização entre os eleitores de esquerda e direita sugere que, apesar da alta rejeição, há uma possibilidade real de que ambos avancem na disputa, o que pode dificultar a emergência de alternativas políticas. Enquanto Flávio se inspira na campanha vitoriosa de seu pai em 2018, Lula busca resgatar sua narrativa política diante da adversidade.
A situação atual levanta a questão sobre o tempo que as forças políticas centristas e outros grupos da sociedade levarão para apresentar uma proposta de governo que não esteja atrelada ao petismo ou bolsonarismo. A alta rejeição dos candidatos, que tradicionalmente comprometeria suas chances eleitorais, apresenta um novo desafio no contexto eleitoral de 2026. Resta saber como essa dinâmica influenciará as decisões dos eleitores e o futuro político do Brasil.

