A missão do Irã nas Nações Unidas denunciou os Estados Unidos, afirmando que o governo encoraja a desestabilização política em seu território. Em uma declaração, ressaltou que as ações do governo americano, liderado por Donald Trump, incluem sanções e ameaças que colocam em risco a soberania do Irã. A missão ainda afirmou que o povo iraniano se opõe a essas tentativas de intervenção, que já falharam no passado.
Além das acusações contra os EUA, Teerã responsabilizou Israel pela morte de civis, citando especialmente os jovens que se tornaram vítimas da violência. A missão iraniana argumentou que a estratégia americana visa uma mudança de regime, utilizando agitação e caos como ferramentas para justificar intervenções militares. Essa crítica reflete a crescente tensão entre o Irã e as potências ocidentais, especialmente em um momento delicado para a estabilidade interna do país.
As declarações da missão do Irã ocorrem em meio a um clima de agitação social e protestos em Teerã, o que levanta questões sobre as implicações dessas acusações para a política internacional. As tensões entre o Irã e os EUA têm se intensificado, e a resposta de Washington a essas alegações poderá influenciar as relações diplomáticas futuras. O cenário sugere que a situação no Irã continuará a ser um ponto focal de discussão nas esferas política e diplomática internacional.

