Em um novo relatório, cientistas afirmam que 2025 se tornou o terceiro ano mais quente já registrado, com temperaturas médias globais 1,48°C acima dos níveis pré-industriais. Esse aumento é atribuído ao crescimento da poluição por combustíveis fósseis, o que intensifica a crise climática. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) observou que esse padrão de temperaturas excepcionais se mantém por três anos consecutivos.
O documento revela que o Acordo de Paris, que visa limitar o aquecimento global a 1,5°C, está em risco, levando especialistas a considerá-lo ‘morto’. A situação atual representa um grande desafio para os esforços globais de mitigação das mudanças climáticas e levanta questões sobre a eficácia de políticas ambientais adotadas até agora. A continuidade desse cenário pode ter sérias implicações para a segurança ambiental e a saúde pública.
Diante da gravidade dos dados apresentados, é essencial que líderes mundiais revisem suas estratégias e compromissos climáticos. A urgência em ações efetivas se torna evidente, à medida que as consequências do aquecimento global se tornam cada vez mais palpáveis. O futuro da luta contra as mudanças climáticas depende de uma resposta global coordenada e eficaz.

