Os protestos no Irã intensificaram-se nesta terça-feira, 13, resultando em um alarmante número de cerca de dois mil mortos. O presidente dos Estados Unidos optou por romper o diálogo com o governo iraniano, instigando os manifestantes a tomarem as instituições do país. Essa mudança de postura ocorre apenas dois dias após sua disposição para negociar, revelando a complexidade da situação.
O governo brasileiro, por meio do Itamaraty, expressou preocupação com a escalada de violência no Irã e pediu por um “diálogo pacífico”. A administração atual enfatiza que cabe aos iranianos decidirem o futuro de sua nação, destacando a importância da autodeterminação em tempos de crise. A situação no Irã é um reflexo das tensões geopolíticas que reverberam globalmente, influenciando relações internacionais.
Paralelamente, o ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentou um novo revés no Supremo Tribunal Federal, com a rejeição de um recurso que visava reverter sua condenação. O ministro Alexandre de Moraes argumentou que o caso já transitou em julgado, limitando as opções legais disponíveis para a defesa. Esses desdobramentos no Brasil e no cenário internacional ressaltam a fragilidade das instituições e a tensão política em ambos os contextos.

