Trabalhar mais horas não garante maior produtividade, afirmam especialistas

Marcela Guimarães
Tempo: 1 min.

Tradicionalmente, o trabalhador que mais horas dedicava ao trabalho era considerado o mais valioso em uma organização. Contudo, essa visão está sendo contestada à medida que novas abordagens, como a semana de trabalho de quatro dias, ganham espaço. Especialistas afirmam que a produtividade deve ser medida pelos resultados, não pelas horas trabalhadas, refletindo uma mudança necessária na cultura corporativa.

Muitos trabalhadores se sentem pressionados a parecer ocupados, muitas vezes preenchendo seu tempo com atividades que não agregam valor real, como reuniões desnecessárias e e-mails irrelevantes. Essa ‘ocupação performática’ pode prejudicar não apenas a produtividade organizacional, mas também o bem-estar dos funcionários. Estudos mostram que a pressão para estar sempre disponível e ativo está se tornando insustentável, especialmente na economia do conhecimento atual.

A redefinição do que significa ser produtivo no século XXI exige mudanças significativas nas normas de trabalho estabelecidas. A adoção de uma semana de trabalho mais curta, por exemplo, demonstrou que é possível manter ou até aumentar a produtividade ao focar em resultados em vez de horas. Essa nova abordagem pode levar a um ambiente de trabalho mais saudável e eficiente, beneficiando tanto os empregados quanto as organizações.

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