De acordo com o The New York Times, o Pentágono utilizou um avião militar disfarçado de civil em um ataque contra uma suposta embarcação de contrabando no ano passado, resultando em 11 mortes. O ataque, que foi anunciado pelo então presidente Donald Trump, gerou polêmica por violar leis internacionais que proíbem a simulação de status civil durante conflitos armados.
A operação militar, descrita como de ‘duplo impacto’, foi ordenada por um almirante americano e envolveu ataques repetidos à embarcação. A Casa Branca confirmou que o avião foi pintado para parecer civil, ocultando seu armamento, o que levanta questões éticas e legais sobre o uso de táticas enganosas em operações militares. Sobreviventes do ataque inicial foram mortos em um segundo bombardeio, o que adiciona um elemento de tragédia ao incidente.
A utilização de um avião disfarçado gerou questionamentos no Congresso sobre a legalidade da ação, embora discussões públicas ainda não tenham ocorrido. Desde o ataque, outros aviões militares têm sido empregados em ações semelhantes, resultando em um elevado número de fatalidades. O tema da ‘perfídia’ continua a ser um ponto sensível nas reuniões entre líderes militares e legisladores, indicando um potencial desdobramento nas normas de engajamento militar do país.

