Em um cenário geopolítico em transformação, Donald Trump reafirma sua postura intervencionista ao se envolver na crise da Venezuela e ao considerar a aquisição da Groenlândia. Essa abordagem, que rejeita as normas internacionais, coloca em evidência um mundo onde a coercitividade se torna uma prática comum, desafiando os fundamentos das alianças globais.
As ações de Trump, incluindo a tentativa de se apropriar de recursos estratégicos, refletem uma ideologia que considera a soberania como algo flexível e sujeito às necessidades do poder. Isso gera preocupações entre os países europeus, que devem reavaliar sua posição diante de um aliado que age de forma tão assertiva e unilateral. A resposta das forças liberais democráticas na Europa será crucial para moldar o futuro das relações transatlânticas.
Agora, mais do que nunca, a Europa deve agir de maneira coesa e assertiva para preservar seus interesses e defender a ordem internacional. A situação impõe um desafio significativo, não apenas para as democracias europeias, mas também para a estabilidade global, à medida que as táticas de Trump testam os limites da diplomacia e da soberania coletiva.

