Em uma descoberta notável, o Telescópio Espacial Hubble identificou uma estrutura cósmica inédita, conhecida como Cloud-9. Esta nuvem esférica, composta por gás e matéria escura, destaca-se por sua ausência total de estrelas, levando cientistas a classificá-la como uma ‘galáxia que não deu certo’. A descoberta foi feita em 12 de janeiro de 2026 e é considerada um marco na astronomia moderna.
A Cloud-9 pertence à categoria das RELHICs, que são nuvens de hidrogênio previstas teoricamente, mas nunca antes observadas. Essas estruturas, embora estáveis por bilhões de anos, não conseguiram iniciar o processo de formação estelar. Essa descoberta fornece uma nova perspectiva sobre o comportamento da matéria escura, um dos maiores desafios da física contemporânea, dado que a matéria escura não emite luz e, portanto, é difícil de detectar.
Os cientistas veem a Cloud-9 como um laboratório natural para investigar a matéria escura e suas interações gravitacionais. Com um milhão de vezes a massa de nosso Sol em gás e uma quantidade estimada de matéria escura bilhões de vezes maior, essa nuvem representa um potencial inexplorado para entender o universo. A pesquisa em torno da Cloud-9 promete avançar nosso conhecimento sobre as condições que prevaleciam no início do cosmos.

