Quatro migrantes perderam a vida sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) entre os dias 3 e 9 de janeiro de 2026. Os falecimentos incluem um cubano, dois hondurenhos e um cambojano, refletindo uma série de incidentes que coincidem com o aumento das detenções na administração Trump.
As mortes ocorreram em diferentes locais, sendo que uma das vítimas, um homem cubano, faleceu em um centro de detenção no Texas após apresentar problemas de saúde. Os outros migrantes morreram em hospitais devido a complicações cardíacas e sintomas de abstinência. Este aumento no índice de mortalidade sob custódia do ICE levanta preocupações sobre as condições dos centros de detenção e a política de imigração do governo.
A administração Trump busca acelerar as deportações e já detinha cerca de 69.000 pessoas até o início de janeiro. O cenário é agravado pelo fato de que, em 2025, pelo menos 30 pessoas morreram sob custódia do ICE, o maior número em duas décadas. Especialistas e defensores dos direitos humanos pedem a revisão das políticas de detenção e deportação, citando a necessidade urgente de reforma.

