No último domingo, 11, Wagner Moura foi premiado como melhor ator em filme de drama no Globo de Ouro por sua atuação em ‘O Agente Secreto’. O deputado federal Mario Frias, ex-secretário de Cultura, disparou críticas contra o ator, chamando-o de ‘sustentado por um Estado corrupto’ e acusando-o de apoiar ditaduras. Essas declarações foram feitas em um post nas redes sociais, onde Frias também questionou a verdadeira postura política de Moura.
Em sua publicação, Frias argumentou que Moura ignora a realidade dos presos políticos no Brasil enquanto critica o sistema que lhe proporciona liberdade. Ele também insinuou que o ator faz uso de sua visibilidade internacional para autopromoção, ao mesmo tempo que defende ideais que considera contraditórios. O discurso de Frias se alinha com sua defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem ele atribui esforços para moralizar a cultura no país.
As críticas de Frias refletem a intensa polarização política no Brasil, onde figuras públicas frequentemente se tornam alvos de ataques. A situação destaca a intersecção entre política e cultura, especialmente em um momento em que debates sobre liberdade de expressão e direitos civis estão em evidência. As repercussões desse embate podem influenciar o futuro das discussões culturais e políticas no Brasil.

