Cerca de 15 mil enfermeiros de Nova York entraram em greve no dia 12 de janeiro de 2026, em resposta a cortes de benefícios em grandes hospitais da cidade. A paralisação envolve instituições como o Mount Sinai Medical Center e o NewYork-Presbyterian, que enfrentam uma intensa pressão devido à pandemia de gripe. O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, se juntou aos manifestantes em Washington Heights, ressaltando a importância da saúde dos cidadãos.
O sindicato que representa os enfermeiros, a New York State Nurses Association (NYSNA), aponta que a administração dos hospitais está ameaçando reduzir os benefícios dos trabalhadores. Em contraposição, as direções hospitalares consideram a greve como uma decisão imprudente. Para garantir a continuidade do atendimento, o Mount Sinai mobilizou enfermeiros qualificados, informando que está preparado para manter a qualidade do atendimento durante a paralisação.
A greve ocorre em um contexto de dificuldades no sistema de saúde dos EUA, exacerbadas por cortes de recursos públicos e impasses legislativos. A governadora de Nova York, Kathy Hochul, se declarou em contato com o sindicato e as administrações hospitalares, buscando soluções para a crise. Este movimento dos enfermeiros destaca a luta por melhores condições de trabalho e segurança em um setor já sobrecarregado e vulnerável.

