Trump ameaça tomar Groenlândia se Rússia e China não forem contidas

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

No último domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que seu país tomará a Groenlândia ‘de um jeito ou de outro’, caso não haja uma ação preventiva contra a possível influência da Rússia e da China na ilha. Trump enfatizou que controlar o território dinamarquês, rico em minerais, é vital para a segurança nacional dos EUA. Ele fez essas afirmações enquanto se dirigia a repórteres a bordo do Air Force One.

Trump argumentou que, se os Estados Unidos não tomarem a Groenlândia, outros países o farão, embora nem Rússia nem China reivindiquem oficialmente a ilha. Ele expressou sua disposição para negociar com a Dinamarca, mas deixou claro que o domínio sobre a Groenlândia é uma prioridade. A Dinamarca, que mantém laços históricos com a ilha, expressou preocupação com as ameaças de Trump e reiterou que a maioria da população local deseja decidir seu próprio futuro.

As declarações de Trump provocaram reações na Dinamarca, com a primeira-ministra Mette Frederiksen alertando que qualquer tentativa de controle militar norte-americano poderia destruir décadas de relações de segurança entre os aliados. Trump desconsiderou as preocupações, afirmando que a Groenlândia precisa mais dos EUA do que vice-versa. O cenário levanta questões sobre a soberania da Groenlândia e o impacto nas relações internacionais na região do Ártico.

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