Copa do Mundo 2026: Varejo deve ganhar e perder na Bolsa

Fernanda Scano
Tempo: 2 min.

A Copa do Mundo de Futebol de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, está prestes a impactar o setor varejista brasileiro. Um estudo elaborado pelo Santander Brasil analisa as oportunidades e desafios que as empresas enfrentarão durante o evento, destacando como a paixão pelo futebol pode influenciar o comportamento dos consumidores. Os analistas avaliam que a competição pode trazer ganhos significativos para alguns segmentos enquanto outros podem sofrer perdas consideráveis.

Entre os beneficiados, o Grupo SBF, proprietário da Centauro, e o Mercado Livre estão bem posicionados para aproveitar a demanda por produtos relacionados ao futebol. No entanto, redes de varejo de moda, como Renner e C&A, devem enfrentar um impacto negativo nas vendas, especialmente nos dias de jogos da Seleção Brasileira. O estudo também menciona que a maior duração da competição, com 48 seleções, pode amplificar os efeitos econômicos, dependendo do desempenho da equipe nacional e dos horários das partidas.

As previsões do Santander sugerem que a Copa do Mundo poderá afetar as vendas totais do varejo entre o segundo e o terceiro trimestre de 2026, com uma expectativa de queda nas lojas físicas. Em contrapartida, setores como eletrônicos e bens duráveis podem se beneficiar, especialmente com a demanda por televisores e eletrodomésticos. A dinâmica do torneio, associada ao comportamento do consumidor, torna este evento um indicador crucial para o varejo e a economia como um todo.

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