O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou estar avaliando opções militares ‘muito fortes’ contra o Irã, em resposta à violenta repressão de protestos que resultou em centenas de mortes. Durante uma viagem a bordo do Air Force One, ele afirmou que o Irã manifestou interesse em negociar, mas também reconheceu que a situação se deteriorou, com a perda de vidas entre os manifestantes. Trump foi questionado se o regime iraniano havia ultrapassado sua linha vermelha, a qual estabelece que a morte de manifestantes não seria aceitável.
A repressão aos protestos no Irã, conforme relatado por grupos de direitos humanos, tem provocado uma onda de indignação internacional. A possibilidade de uma intervenção militar dos EUA levanta sérias preocupações sobre a escalada do conflito na região, além de implicações para a política externa americana. A reação da comunidade internacional e a possibilidade de novas sanções contra o regime iraniano podem ser consequências diretas da atual crise.
O cenário continua a evoluir, com a expectativa de que a resposta dos EUA influencie a dinâmica política no Irã e nas relações internacionais. À medida que as mortes entre os manifestantes aumentam, a pressão sobre Trump para tomar uma decisão forte cresce. A situação requer monitoramento constante para avaliar as repercussões de qualquer ação militar e suas implicações de longo prazo para a estabilidade regional.

