No último domingo, 11 de janeiro, Donald Trump provocou ao repostar uma piada que sugeria Marco Rubio como futuro presidente de Cuba. A postagem original, feita em 8 de janeiro, gerou repercussão nas redes sociais, especialmente considerando que Rubio, atual secretário de Estado, é descendente de imigrantes cubanos e nasceu em Miami, na Flórida.
Além da provocação, Trump elevou a tensão ao afirmar que Cuba deixará de ter acesso ao petróleo e aos recursos financeiros da Venezuela. Segundo o ex-presidente, Caracas não precisaria mais da colaboração cubana em segurança, o que poderia afetar a economia da ilha. A declaração foi recebida com desdém por autoridades cubanas, incluindo o chanceler Bruno Rodríguez, que defendeu o direito do país de negociar livremente o comércio de combustíveis.
A troca de declarações entre Trump e as autoridades cubanas reflete as tensões contínuas entre os Estados Unidos e Cuba, especialmente no contexto da política externa americana. Enquanto Trump pressiona por um acordo com o governo cubano, a resposta de Havana mostra uma disposição em resistir a pressões externas, destacando a complexidade das relações entre os dois países.

